
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Brincadeiras de Roda
As Brincadeiras de Roda, também chamadas de Cantigas de Roda ou Cirandas são brincadeiras relacionadas ao folclore. Um grupo de crianças ou de adultos (ou ambos) dão as mãos formando uma roda, que vai girando na medida em que são entoadas músicas que dão rítmo à brincadeira.
As cantigas de roda são melodias de fácil aprendizado. As mais conhecidas no Brasil têm origem no século XIV, quando Portugal, Espanha, França e Holanda iniciaram o processo de colonização da América Latina. Com a miscigenação entre nativos (índios), negros e europeus em terras brasileiras, as cantigas vieram ao longo dos séculos incorporando elementos de diferentes povos e tornaram-se um ícone da cultura nacional, sendo passadas pela tradição oral de geração à geração.
Militares brincam de roda na Coréia
As brincadeiras de roda são relevantes para a cultura de um país, pois retratam aspectos dos costumes, festas típicas, brincadeiras, culinária, paisagem local e crenças, de forma lúdica e divertida. O artista plástico Cândido Portinari retratou as brincadeiras infantis em algumas de suas obras, e dentre elas as brincadeiras de roda.
Atirei o pau no gato, Escravos de Jó, Rosa juvenil, Roda pião, Ciranda-Cirandinha, O cravo e a rosa...você se lembra dessas cantigas? Vamos recordar uma delas nesse vídeo feito em Portugal:
Ciranda Cirandinha
Ciranda , cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar (2x).
O anel que tu me destes,
Era vidro
E se quebrou.
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou.
Ciranda , cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar (2x).
Por isso dona rosa
Entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá embora!
Ciranda , cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar (2x).
O anel que tu me destes,
Era vidro
e se quebrou.
Ciranda, cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar (2x).
Por isso dona rosa
Entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá embora!
Ciranda , cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar (4x).
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Exposição de Playmobil - Maravilhosa Cidade
Em Fevereiro tem exposição de Playmobil no Museu Militar da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Clique na imagem para ver os detalhes. Não perca!!!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
No Tempo da Minha Infância
Aí está uma bela poesia para refletir o sobre a infância atual e de outrora.
No Tempo da Minha Infância
(Ismael Gaião)
No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal
Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria
A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade
Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração
Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido
Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir
Vi o meu pai dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança
No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado
Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria
Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira
Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado
Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos
Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras
Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão
Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé
Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar
Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão
Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia
O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço
E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira
Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Mamãe não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar
Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade
Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança
A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez
domingo, 8 de janeiro de 2012
Eu fui criança...
O garotinho pedalando no velocípede de ferro é o Iberê, de São Paulo. Esse brinquedo também é chamado de velotrol quando fabricado em plástico, e se tornou um clássico. Talvez o carrinho de bebê seja o primeiro meio de transporte sobre rodas para crianças, vindo em seguida o velocípede.
Hoje em dia o Iberê Campos gosta tanto de brinquedos que se tornou colecionador e comerciante de brinquedos antigos. Nessa foto ele aparece com seu estande na Feira de Sto. André-SP.
Iberê também foi criança!!!Para participar da seção Eu fui criança e ver sua foto antiga com algum brinquedo publicada aqui, entre em contato pelo email meusbrinquedosantigos@gmail.com.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Autorama Estrela Duelo de Campeões
Comercial do Autorama Estrela, série Duelo de Campeões, veiculado na tv na segunda metade da década de 1980. Os carros mostrados são a Williams FW11 e Lotus 99T, pilotados por Nelson Piquet e Ayrton Senna.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Boa Noite Cinderela - Sílvio Santos
O "Boa Noite Cinderela" era um programa infantil apresentado por Silvio Santos nos anos 1970 e 1980. Inicialmente foi exibido na TV Globo e posteriormente no SBT, emissora do próprio apresentador.
Várias meninas eram entrevistadas ao longo do programa e ao final uma delas era escolhida para ser a princesa. A menina vitoriosa ganhava brinquedos e uma bicicleta, além de levar presentes para a família, como eletrodomésticos, móveis etc.
Várias meninas eram entrevistadas ao longo do programa e ao final uma delas era escolhida para ser a princesa. A menina vitoriosa ganhava brinquedos e uma bicicleta, além de levar presentes para a família, como eletrodomésticos, móveis etc.
Quantas meninas sonharam em participar desse programa. Será que você foi uma delas? Assista alguns trechos:
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Encerramento da Campanha de Natal em 2011
Caro(a) visitante,
A campanha "Dê Um Brinquedo e Ganhe Um Sorriso" chega ao seu final neste ano de 2011. Foram arrecadados cerca de 300 brinquedos novos utilizados para presentear as crianças atendidas pelas seguintes organizações (clique no nome para conhecer):
Em nome das crianças atendidas registro aqui meus agradecimentos a todos que contribuíram e apoiaram a campanha. Que Deus os abençoe!!!
Ano que vem estaremos de volta. Aqueles que quiserem podem me contactar pelo email meusbrinquedosantigos@gmail.com. A doação, por mais simples que seja, fará uma criança sorrir.
Desejo um Feliz 2012. Muita paz e luz com Jesus no coração!!!
Abraços,
Alfredo Manhães.Ano que vem estaremos de volta. Aqueles que quiserem podem me contactar pelo email meusbrinquedosantigos@gmail.com. A doação, por mais simples que seja, fará uma criança sorrir.
Desejo um Feliz 2012. Muita paz e luz com Jesus no coração!!!
Abraços,
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Entrevista na Rádio Gaúcha - Estação Verão
A Rádio Gaúcha me convidou para um bate-papo ao vivo sobre brinquedos e brincadeiras antigas no programa Estação Verão, que foi ao ar na tarde do dia 25/12. Para ouví-lo basta clicar no link abaixo:
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
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